Ipatinga(MG) (31) 2101-1660
NR 35-Trabalho em altura

NR 35 foi criada pelo Ministério do Trabalho para orientar e regulamentar os procedimentos de segurança que devem ser adotados em trabalhos de altura.

COMO SEI SE MEU TRABALHO É CONSIDERADO “TRABALHO EM ALTURA”?

Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior e que possua risco de queda.

Pra você que quer conhecer um pouquinho dessa norma, continue que lhe mostraremos a NR. Caso queira ler a NR na íntegra, pode clicar aqui.

 

EPI’S, ACESSÓRIOS E SISTEMAS DE ANCORAGEM QUE DEVEM SER UTILIZADOS 

Os Equipamentos de Proteção Individual – EPI, acessórios e sistemas de ancoragem devem ser especificados e selecionados considerando-se a sua eficiência, o conforto, a carga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança, em caso de eventual queda.

Na seleção dos EPIs devem ser considerados, além dos riscos a que o trabalhador está exposto, os riscos adicionais.

Na aquisição e periodicamente devem ser efetuadas inspeções dos EPIs, acessórios e sistemas de ancoragem, destinados à proteção de queda de altura, recusando-se os que apresentem defeitos ou deformações.

Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada inspeção rotineira de todos os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem.

Deve ser registrado o resultado das inspeções:

a) na aquisição;

b) periódicas e rotineiras quando os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem forem recusados.

Os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem que apresentarem defeitos, degradação, deformações ou sofrerem impactos de queda devem ser inutilizados e descartados, exceto quando sua restauração for prevista em normas técnicas nacionais ou, na sua ausência, normas internacionais.

 

QUANDO O ASSUNTO É ANCORAGEM

O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista e dotado de dispositivo para conexão em sistema de ancoragem.

O sistema de ancoragem deve ser estabelecido pela Análise de Risco.

O trabalhador deve permanecer conectado ao sistema de ancoragem durante todo o período de exposição ao risco de queda.

O talabarte e o dispositivo trava-quedas devem estar fixados acima do nível da cintura do trabalhador, ajustados de modo a restringir a altura de queda e assegurar que, em caso de ocorrência, minimize as chances do trabalhador colidir com estrutura inferior.

É obrigatório o uso de absorvedor de energia nas seguintes situações:

a) fator de queda for maior que 1;

b) comprimento do talabarte for maior que 0,9m.

Quanto ao ponto de ancoragem, devem ser tomadas as seguintes providências:

a) ser selecionado por profissional legalmente habilitado;

b) ter resistência para suportar a carga máxima aplicável;

c) ser inspecionado quanto à integridade antes da sua utilização.

 

OCORREU UM ACIDENTE, E AGORA?

O empregador deve disponibilizar equipe para respostas em caso de emergências para trabalho em altura.

A equipe pode ser própria, externa ou composta pelos próprios trabalhadores que executam o trabalho em altura, em função das características das atividades.

O empregador deve assegurar que a equipe possua os recursos necessários para as respostas a emergências.

As ações de respostas às emergências que envolvam o trabalho em altura devem constar do plano de emergência da empresa.

As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem estar capacitadas a executar o resgate, prestar primeiros socorros e possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a desempenhar.

Então, isso foi um pouquinho, como prometemos. caso tenha dúvidas, estamos disponíveis para ajudá-lo e aprender juntos.

Fontes: http://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/nr/nr35.htm

0Curtidas
1716Visualizações

Você também pode gostar

Deixe seu comentário

Please enter your name. Please enter an valid email address. Please enter message.